Business Intelligence: Entenda como sua empresa pode se beneficiar

Imagine um gestor que tem um mundo de relatórios para ler e planejamentos para criar, mas não sabe por onde começar. Chato, né? A situação se tornará delicada tanto para esse profissional quanto para sua equipe e atingirá toda a organização. Saber para onde ir é um grande desafio para aqueles que não conhecem as vantagens do Business Intelligence (BI). 


O BI é uma inteligência de negócios que engloba processos, métodos, técnicas e teorias para coletar dados específicos e transformá-los em informações estratégicas e estruturadas para que gestores possam fazer uma leitura assertiva dos negócios da empresa. A partir disso, esses profissionais conseguem ter uma visão ampla de todas as atividades operacionais.
É vasto o mundo de possibilidades que o Business Intelligence proporciona para as empresas. As informações coletadas e monitoradas a partir do BI deixam à mostra todos detalhes de cada processo, podendo auxiliar:
  • Na tomada de decisão rápida e assertiva;
  • No aumento da produtividade;
  • Na redução de riscos e erros operacionais;
  • Na vantagem competitividade;
  • No aumento da lucratividade;
  • Em um melhor gerenciamento de negócios.
 

E como funciona o processo de BI?
Para que grandes ou pequenas empresas possam usufruir das vantagens do Business Intelligence, é necessário a implementação correta de cada etapa do processo que envolve essa tecnologia. As informações precisam ser exatas e estar bem organizadas para que o profissional possa efetuar uma leitura dos dados com mais clareza, podendo alcançar os objetivos propostos pelo BI.

  • Coleta
É o processo inicial e primordial. Aqui, o profissional consegue obter uma visão mais abrangente de tudo o que está acontecendo no âmbito organizacional para coletar e analisar os dados essenciais. A partir disso, aspectos chaves são apresentados com mais assertividade, como a produtividade da equipe, as oportunidades que devem ser aproveitadas, entre outros.
  • Análise
Após a organização e a coleta na etapa anterior, aqui as informações coletadas são reunidas, analisadas e classificadas para que possam ser visualizadas. A apresentação desses dados prontos pode acontecer com o auxílio de relatórios, gráficos ou dashboards.
  • Compartilhamento
Nessa etapa, todos os dados são compartilhados com outros setores da organização a fim de realizar o diagnóstico situacional da empresa. Assim, juntos, os gestores poderão analisar, debater e ter um compilado de informações para identificar pontos que precisam de melhoria, construir estratégias e gerar insights.
  • Monitoramento
O monitoramento é a fase de tomar decisões baseadas nos dados que foram analisados nas etapas anteriores e monitorar seus resultados. Essa parte do processo é essencial já que pode revelar problemas ocultos, facilitar a correção e dar mais clareza aos resultados.
 

Em quais áreas de uma empresa o BI pode ser implantado?
Uma empresa que não atua com o Business Intelligence entra no jogo da concorrência às cegas, pois não conseguirá visualizar oportunidades por trás das próprias informações. Já com o BI, os gestores começarão a conhecer os dados da empresa de A a Z e terão muito mais clareza nos processos.
Essa tecnologia de coleta, análise e monitoramento de dados pode ser implantada em empresas de pequeno, médio ou grande porte, e que desejam obter um negócio inteligente com um direcionamento mais efetivo para evitar erros operacionais, prejuízos e facilitar a tomada de decisões estratégicas.
O Business Intelligence pode ser implantado para melhorar:

  • Vendas B2B;
  • A contabilidade das empresas;
  • O e-commerce;
  • O atendimento ao cliente;
  • A recuperação de crédito;
  • A oferta de produtos e serviços mais procurados;
  • O entendimento do comportamento e necessidades do cliente.
Empresas como Avon, Microsoft, Fiat, Amazon e Netflix utilizam o BI para obter mais assertividade nos negócios. Aqui na Wiser, podemos destacar a Nacional Gás e o Ceará Express como nossos clientes nesse segmento.
 

Motivos para sua empresa investir no Business Intelligence
Como já falamos anteriormente, o BI é uma ferramenta que auxilia gestores no entendimento de aspectos organizacionais específicos, influenciando em tomadas de decisão assertivas e inteligentes, deixando o achismo de lado.
Você tem um mundo de motivos para implementar Business Intelligence nos negócios!

  • Tomada de decisão
Ter informações essenciais à mesa é estrategicamente importante para que gestores possam ter uma visão ampla dos negócios e usar isso ao favor, propondo soluções mais rapidamente e tomando decisões com mais facilidade e exatidão.
  • Vantagem competitiva no mercado
Toda a expertise do Business Intelligence proporciona mais assertividade na tomada de decisões, que ao serem definidas de acordo com a necessidade atual do mercado, possibilita que a organização saia à frente da concorrência.
  • Melhoria nos processos internos
O BI favorece o ambiente organizacional o tornando mais produtivo ao aprimorar as condições de trabalho, facilitando processos e proporcionando mais rendimento nas atividades.
  • Prevenção de falhas
Já pensou em prever um erro antes de ele acontecer? Com o Business Intelligence é possível! Por meio dessa ciência, gestores possuem previsibilidade de negócios, monitorando falhas e gargalos que, às vezes, passam despercebidos e oferecem risco causando erros nos processos.
  • Aumento da lucratividade
Atrelado à melhoria nos processos internos, à prevenção de falhas e vantagem competitiva no mercado, o BI possibilita que a empresa tenha uma maior lucratividade já que a organização conseguirá obter êxito nos resultados.
 

De olho na tendência: Storytelling nos dados

A visualização de dados leva gestores a tomar novos rumos e possibilitar que toda a organização siga em viagem direto ao sucesso com grandes resultados. Com o auxílio de gráficos, tabelas ou dashboards, as informações podem ser passadas para equipes de uma forma menos complexa, e até, podendo apresentar os conhecimentos de uma forma simples e mais precisa.

A apresentação de dados de uma forma mais atraente e interativa fará com que a etapa de compartilhamento gere mais insights e mais interatividade com os outros setores, deixando a reunião mais organizada e acessível.
O Business Intelligence aumenta as possibilidades de sucesso da sua empresa, mas para isso, a sua organização necessita de profissionais especializados, infraestrutura adequada e das melhores ferramentas do mercado, como as que nós trabalhamos aqui na Wiser Tecnologia.
E por isso, sua empresa pode contar com a gente, pois nós temos tudo que você precisa:  Equipe especializada, experiente e ferramentas adequadas à necessidade do cliente para proporcionar os melhores resultados organizacionais!
Agende uma reunião conosco para entender como o BI pode alavancar seus resultados. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Definição e alcance de metas: 3 orientações que você precisa conhecer

Definição e alcance de metas: são palavras que podem assustar alguns tipos de vendedores, principalmente os iniciantes, sabe por quê? Porque esse assunto está dentro das coisas que mais geram briga em um departamento de vendas. 

Gestor definindo metas
Vamos lá! As organizações, obviamente, sempre querem atingir (e ultrapassar) metas de acordo com as suas demandas e necessidades de crescimento de capital; de visibilidade no mercado e expansão da equipe. No entanto, em paralelo a isso, existem os vendedores que precisam (e querem) de metas mais palpáveis e fáceis de se trabalhar, afinal, na maioria das vezes, as comissões e bônus que eles ganham, dependem do atingimento dessas mesmas metas. 
Com isso, se cria um cabo de guerra entre empresas e colaboradores, onde cada um deseja, apesar das diferentes finalidades, alcançar o mesmo objetivo: o de atingir metas. Para evitar que a relação de ambos fique desgastada, o ideal é procurar manter esse cabo de guerra saudável e temperante. Sim, é possível. Mas, como? 
Na maioria das vezes, a comunicação entre empresa e vendedor acaba virando uma discussão por causa da priorização apenas dos interesses empresariais, o que causa uma queima de energia e uma desestimulação em ambas as partes, desestabilizando o clima organizacional. 
Sabemos que metas não batidas são uma chateação para toda a empresa, que imaginou que alcançaria um bom resultado comercial, mas não conseguiu. E, também, para vendedores que chegam a pensar que nunca vão conseguir os resultados de vendas almejados pela gestão.
A partir de agora, você descobrirá conosco três fatores que ajudam na definição de metas e métricas a ponto de torná-las um incentivo a toda equipe e fazer com que contribuam para que a empresa tenha uma energia positiva.  
 
1. Transferir a meta da cabeça para o papel não é o suficiente. 
Optar pelo “achismo” não é a tática ideal para traçar metas efetivas porque gestores precisam ter um embasamento em pesquisas e históricos que possam demonstrar aquilo que, realmente, pode ser considerado como uma meta possível de alcançar um bom resultado em um período de tempo justo para ambas as partes - vendedores e empresa. 
O problema das metas que são retiradas da cabeça é que elas costumam estar preocupadas apenas na necessidade da empresa em obter os tão sonhados resultados. E, não consideram outros fatores que podem influenciar negativamente esse feito, como a quantidade de capacidade e o know-how que a equipe obtém em alcançar essas metas de forma efetiva. 
Por isso, a primeira dica é analisar os dados históricos para criar um plano de crescimento mais acessível e sustentável, e possuir resultados contínuos. O crescimento exponencial nas organizações não acontece por acaso pois ele vem de pequenos implementos sequenciais inseridos, de forma consistente e firme. E quando essa sequência de pequenos crescimentos acontece, causa o que chamamos de “cotovelo de crescimento”, que possui, de fato, o comportamento de crescimento acelerado em um gráfico. 
 
2. Criar metas intermediárias, além de metas finais. 
Ter crescimento no alcance de metas não significa que a organização deve crescer somente nos resultados. Para que a gestão e o time de vendas cumpram o objetivo final, é importante que todos conheçam quais os elementos utilizados que possibilitaram a formação desse objetivo. É aquilo que falamos no artigo anterior (inserir hiperlink aqui). 
Descobrir as quantidades é essencial! Procurar saber quantas propostas a mais devem ser inseridas, quantos clientes são necessários qualificar e quantos canais de venda adicionais são precisos congregar. Devem ser criadas metas e métricas intermediárias para que todo o processo de vendas possa ter um acompanhamento mais efetivo e com isso seja possível obter mais energia e preparação para o alcance dos resultados finais.
Essas métricas e metas no meio do processo são extremamente importantes porque todos aqueles envolvidos no sistema comercial começam a perceber que o “botão de aumento de vendas” não funciona sozinho. Para, de fato, funcionar, ele precisa ser acionado em várias etapas diferentes e estratégicas. Dessa forma, será possível notar, nitidamente, um resultado eficiente nas vendas daquele time. 
 
Gestor em reunião
3. Seja simples, transparente e comunique sempre. 
Imagine que você foi designado para realizar uma função na qual você não conhece nada. Por onde você vai começar? A quem você poderá recorrer? Como você vai entregar o produto final se não sabe como chegar nele? É impossível trabalhar a favor de algo que você desconhece. E isso, infelizmente, acontece em muitos processos de vendas. 
Existem planos de metas e métricas tão complicados de serem entendidos que o próprio vendedor não consegue compreender nada e começa a achar que não vai conseguir alcançar o resultado pretendido. Por isso, gestores devem ser o mais simples possíveis quando forem demonstrar o plano de metas e métricas para o time de vendedores. Assim, todos poderão entender o que precisam e como precisam trabalhar para melhorar o alcance dos objetivos organizacionais.
Seja transparente deixando o planejamento e todo o alcance (números registrados ao longo do período) claros para todos. Apesar disso ser visto, para uns, como uma pressão da empresa nos colaboradores, é isso que fará com que sua equipe tenha ciência do status do processo e do que a gestão pretende obter, e ainda a manterá próxima de você. Com isso, eles poderão saber se estão melhorando ou não, sabendo ainda onde precisam melhorar e atuar juntos.
Isso é uma questão de comunicação. Deixar os canais de comunicação claros com toda a empresa é imprescindível para demonstrar o que está dando certo e o que não está dando certo. Além disso, dar feedbacks constantes, realizar reuniões regularmente, gerar relatórios gerais ou individuais que mostram cada etapa do processo também ajuda as pessoas a compreenderem onde elas precisam se aperfeiçoar mais. 
 

Não lute pelas metas somente aos 45 minutos do segundo tempo

Não dará resultado! É trabalho em vão e estresse triplicado. Não adianta se preocupar em alcançar resultados já na reta final do mês, trimestre ou outro período de medição. Junto com as três orientações dadas acima, os gestores precisam estar munidos de gráficos, dashboards e relatórios desde o 1º dia do período de vendas. É a partir disso que eles terão a demonstração da direção que deve ser seguida e quais são as tendências apresentadas dentro daquele período. 

 
Dessa forma será possível tomar decisões mais assertivas com base nos dados que a organização obteve desde o início daquele ciclo. O acompanhamento precisa ser realizado em cada etapa que está em andamento ou que já foi finalizada, independente se está situada no começo ou no meio do processo. Aqui, na Wiser, nós sempre gostamos de relembrar: gestores precisam ser Data Driven! 
Eles precisam se basear na tomada de decisão e em todo o planejamento a partir de uma análise e coleta de informações por meio de números e ferramentas, como o Business Intelligence (BI). A Wiser Tecnologia pode fazer com que a sua  gestão, metas e métricas sejam estratégicas e que sua comunicação e transparência, de fato, aconteçam! 
A partir disso, nós vamos impulsionar a geração de energia dentro do seu time de vendas, proporcionando maiores resultados finais! Fale com o nosso comercial e agende uma reunião para que possamos te explicar como tudo isso será possível. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Como medir performance de vendedores e ganhar produtividade

Apesar de parecer ser uma coisa totalmente óbvia, é importante dizer: vendedores precisam vender. Mas, quando estamos falando de vendas B2B, o processo não se torna tão óbvio assim. Toda a jornada de oferta e venda entre empresas é baseada em pequenas vendas, já que a equipe tem que executar diversas tarefas ao longo do caminho, para, finalmente, chegar em um resultado final de vendas com êxito. 

Gestor medindo performance da equipe e resultados
Para conseguir esse êxito, tão almejado, o processo de vendas precisa de um acompanhamento perspicaz desde o início, necessário para toda a jornada que o vendedor realizará. Caso esse acompanhamento não aconteça, existe a possibilidade de a gestão não obter sucesso nas vendas e nas metas que foram estabelecidas. E qual gestor deseja isso? Nenhum! 
Essa análise possibilitará uma descrição mais detalhada de como está se dando o processo de vendas de cada vendedor do time, o que tornará visível os gargalos que possam estar impedindo a efetivação de uma jornada mais assertiva de vendas ou os pontos positivos que estejam impulsionando mais negociações.
 

A diferença entre métricas de performance e métricas de resultado  
As métricas de resultado, também chamadas de Key Performance Indicators (KPIs),  mostram os indicadores das vendas finais. Elas se referem a tudo aquilo que os vendedores puderam carregar até o final do funil de vendas, incluindo aquelas propostas que possuem pretensão de fechamento. 

  • Quantidade de propostas em andamento;
  • Quantidade de propostas ganhas;
  • Quantidade de propostas perdidas. 
É por meio das métricas listadas acima, que a gestão poderá entender e avaliar o resultado de cada vendedor durante todo o processo de comunicação e negociação que ele realizou com cada prospect.  
O que os seus vendedores costumam captar se traduzem em vendas efetivas ou não? A resposta para esse questionamento é alcançada por meio das métricas de performance (todas as atividades realizadas) que mostram a volumetria de trabalho de toda a equipe dos vendedores. Medir essas técnicas é essencial para entender qual é a energia de cada profissional durante o processo de vendas, avaliando como está o desempenho dele e identificando possíveis dificuldades.  
 

Vendedor que não vende deve ser retirado da equipe? 
Depende das circunstâncias, até porque todos têm o direito de errar, aprender e acertar. Como já falamos nos parágrafos acima, vendedores precisam vender. Ora, é a função deles. Mas, precisamos entender os três tipos de profissionais existentes no mercado para acompanhar e entender essa lógica.

1. Vendedor que vende bem SEMPRE. 
Independentemente das circunstâncias, esse vendedor está conseguindo fechar todas as vendas possíveis. E essa prática é excelente para qualquer negócio. Profissionais com esse perfil se preocupam em entregar quantidade e qualidade de vendas de boa margem e para o público-alvo da organização. 
Com eles, gestores e diretores não precisam quebrar a cabeça; apenas deixar que eles continuem vendendo, já que mesmo com métodos técnicos ou não, esses profissionais estão atingindo metas facilmente e entregando resultados idealizados. É importante citar que a gestão deve acompanhar todo o processo de vendas, realizado por esses vendedores, para que possa identificar os acertos do vendedor e utilizar isso como aprendizado histórico para vendas futuras.
Outra questão importante é entender se esse vendedor entrega qualidade de vendas além de quantidade. Análise de margem de contribuição, nível de desconto e tempo que o cliente fica com a empresa (LTV) são pontos importantes para colocar a ‘cereja do bolo’ no vendedor.  

2. Vendedor que nem sempre vende bem, mas possui disposição para trabalhar. 

É esse vendedor que precisa ser desenvolvido pela gestão. É aquele profissional que precisa de um treinamento específico para desenvolver e amadurecer habilidades que ele possui, a partir do conhecimento de técnicas e ferramentas essenciais durante um processo de venda. Apesar de não conseguir atingir as metas com facilidade, é necessário avaliar se esse vendedor tem uma boa volumetria de trabalho e uma boa energia gasta trabalhando bem e gerando resultados. 
A partir disso, a gestão deve acompanhar as métricas dessa performance para poder descobrir qual é o ponto de partida para ajudar esse vendedor a chegar no funil de vendas e obter mais facilidade e maestria nas negociações. 

3. Vendedor nem nem: nem vende, nem apresenta boa volumetria de trabalho. 
Para esse vendedor, o ideal é dar dois a três feedbacks e espaço para a oportunidade de participar de treinamentos para melhorar as técnicas de venda. No entanto, mesmo que com essa oportunidade ele não aceite os feedbacks que recebeu, nem apresente melhoria no processo de fechar o ciclo de vendas, o ideal é optar pelo desligamento desse colaborador. 
Isso será satisfatório para ele, que claramente não tem o desejo de continuar no time, e para a organização, que buscará um profissional apto para realizar as funções conforme o ritmo do resto da equipe. 
 
Equipe avaliando métricas de performance

Quais são as métricas de performance? 
Como já te contamos acima, as métricas de performance são todas atividades realizadas pelos vendedores durante o processo de vendas e que evidenciam a volumetria de trabalho de cada profissional. Elas são indicadores estratégicos para avaliar o desempenho do seu time comercial. Conheça alguma delas: 

  • Quantidade de novos clientes inseridos o funil

Refere-se aos clientes que foram prospectados por cada vendedor. É por meio dessa métrica que a gestão consegue identificar quantos clientes o profissional conseguiu atrair e levar para a empresa dentro do processo de vendas. 
  • Quantidade de clientes qualificados no processo de vendas

Essa métrica é importante para que a gestão fique ciente sobre qual é o potencial dos leads que foram recebidos e qualificados e ainda descobrir quantos leads, desses que foram recebidos, o vendedor conseguiu prospectar. 
  • Quantidade de oportunidades abertas

Aqui, ficará exposto a quantidade de oportunidades que o vendedor registrou ao longo do mês dentro da plataforma que o time comercial utiliza. A gestão deve, ainda, buscar visualizar como o seu profissional está movimentando a pipeline de vendas com o intuito de entender, descobrir e qualificar as oportunidades existentes para iniciar uma nova jornada. 
  • Quantidade de visitas, reuniões e ligações feitas 

A partir dessa métrica, será possível avaliar a comunicação que o seu profissional realizou com os potenciais clientes, afinal o processo de vendas só acontece quando o vendedor, de fato, se movimenta. Mesmo que o volume de atividades seja pequeno, ele compõe um movimento importante para avaliar a jornada realizada. 
  • Quantidade de apresentações feitas 

Para o cliente aceitar e escutar a proposta do vendedor, ele precisa realizar uma apresentação de forma correta. Esse é o showtime da comunicação. É o momento em que o profissional vai gerar valor ao serviço ou produto, apresentá-lo ao seu potencial cliente e buscar adequá-lo à sua rotina. 
 

Métricas são o caminho para o sucesso 

As métricas de performance são fundamentais para entender se o seu time comercial está trabalhando na direção do sucesso e dos grandes resultados. A gestão de vendas é responsável em avaliá-las criteriosamente e usá-las estrategicamente com o auxílio do Business Intelligence (BI). 

Elas devem ser a vida de vendas e, aliado a isso, as empresas precisam contar com sistemas que as ajudem a interpretar dados de maneira assertiva e inteligente, a fim de obter os resultados pretendidos em vendas. Se a sua equipe não tem um sistema desse tipo, como um CRM, ela não terá como medir essas métricas, muito menos representá-las em gráficos para facilitar a leitura e entendimento no dia a dia desses profissionais. 
E é isso que temos falado e realizado. Na Wiser e com a Wiser, gestores de vendas, diretores de empresas e sócios podem, além de ter um bom número de vendas, realizar uma leitura de todo o processo com assertividade. Com nossa experiência no mundo do BI para empresas, ajudamos profissionais de todo o Brasil a atuar de forma pontual no lugar certo e definir quais esforços devem ser tomados para que se alcance metas e que vendas cresçam consideravelmente. 
Converse agora com um de nossos especialistas e entenda como podemos aumentar a produtividade do seu time de vendas de forma rápida e inteligente! 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Importância de um bom CRM para as vendas da sua empresa

No mundo em que as empresas atendem consumidores online ou também chamados consumidores 4.0, que são imediatistas, possuem autonomia para escolher produtos e serviços, e ainda valorizam a experiência com a marca, é inevitável a implantação de um bom CRM de vendas para conseguir acompanhar as suas demandas. 

Acompanhamento de vendas com o CRM
Deixar que as negociações fiquem apenas nas anotações dos vendedores é um risco para toda a organização. No mercado atual, esses profissionais precisam estar atentos aos riscos que existem à sua volta e entender que eles são bem maiores do que parecem ser ou do que a equipe consegue identificar. As empresas e vendedores precisam simpatizar com os processos, sistemas e análises e entender que não usar o CRM não é uma boa opção. 
Para reter, atrair e engajar mais clientes para a sua empresa ou ainda para organizar propostas de vendas estratégicas e personalizadas conforme o perfil do lead ou cliente, é necessário que a empresa utiliza um Customer Relationship Management (CRM) ou Gestão de Relacionamento com o Cliente.
Os projetos de um CRM devem ser ágeis e objetivos para facilitar e contribuir para que a entrega de resultados aconteçam em menor espaço de tempo possível, tanto para que os vendedores atinjam metas, quanto para que empresas atinjam o êxito. Esses resultados são ferramentas habilidosas para ajudar os vendedores na rotina diária de negociações. 
 

COMO IMPLEMENTAR O CRM COM INTELIGÊNCIA
Para planejar-se da maneira correta, sua empresa precisa implementar um CRM mais consistente que atue com inteligência e ofereça funcionalidades personalizadas. Dessa forma, todas as demandas da sua empresa serão atendidas de forma efetiva. 
Suponhamos que você tenha tido más experiências com a utilização de outros CRMs, que em vez de auxiliar, atrapalharam a sua vida e a vida da sua equipe. Planilhas de excel ou até as velhas anotações em caderninhos e blocos de notas não são eficientes para um planejamento e execução eficaz das suas estratégias de vendas. E é por isso, que estamos aqui para te ajudar, pois as suas más experiências com CRM não podem limitar a implantação dessa ferramenta na sua companhia. 
 

  • Planejamento 
Quando uma empresa precisa implementar um CRM para e conseguir fazer uma boa gestão de vendas, é necessário fazer uma análise situacional da empresa, buscando entender as necessidades do negócio, suas tendências de crescimento e fazer um mapeamento de concorrentes, processos de comunicação com clientes e vendas atuais realizadas, de perspectivas de mercado para os próximos períodos, além de outros pontos semelhantes. 
Importante entender a postura do cliente ideal a ser atendido pelo seu time, para conseguir compreender como um CRM pode auxiliar em uma melhor jornada de compra para ele.
Pergunte-se: 
  • Quais os processos que envolvem a gestão de relacionamento atual?
  • Qual o crescimento esperado em vendas para o próximo período?
  • Qual o nível de adoção de ferramentas digitais da empresa e do time de vendas?
  • O quanto a empresa está preparada para ter mais foco no cliente?
  • Como a concorrência faz a gestão de relacionamento com o cliente?
  • Qual o orçamento que a empresa preparou para o investimento em um CRM?
 
Por isso, deve-se definir os objetivos dessa estratégia. Você quer aumentar as vendas, engajar mais leads? Saiba o que você quer fazer. Escolha, também, a equipe que ficará responsável para administrar o CRM e qual ferramenta será escolhida para iniciar o processo. Para isso, atente-se aos benefícios que específicos de softwares concorrentes.
A centralização e o foco no cliente não é algo novo. Você deve conhecer bem as técnicas de vendas focadas em costumer centric, não é? Pois bem! Toda empresa precisa estar bem preparada para atender o cliente da maneira certa e de forma assertiva. Para isso, é necessário que se tenha uma ferramenta de CRM atuando nesse sentido e auxiliando a comunicação. 
 
  • Implantação
Depois da escolha de um bom CRM, alinhado a tudo que foi detalhado acima, é importante entender também que todas as pessoas da organização são fundamentais, mesmo aquelas que não fazem parte do time de vendas. A adoção de um CRM afetará positivamente, se for utilizado de forma prudente, todos os departamentos de uma organização, já que toda a empresa sofrerá uma modificação que busca satisfazer, ainda mais, o cliente. 
Na execução da estratégia, será necessário a criação de um novo fluxo de atividades para processos diferentes a fim de compreender como o CRM irá trabalhar junto ao profissional. O próximo passo é configurar a plataforma conforme as necessidades da empresa e especificar as atividades de cada membro da equipe.
Toda a gestão da empresa, incluindo diretores, precisam ajudar em todo o processo interligado ao novo CRM. É mais que necessário estar consciente de que o engajamento de toda a corporação é importante para que um CRM eficiente possa ser implantado, apresentado à equipe e que possa entregar os resultados previstos. 
equipecomercial
  • Análise
Quando estamos trabalhando com gestão de vendas, estamos falando em uma análise de dados apurada, ou seja, todos os dados se tornam informações importantíssimas para as empresas. Com isso, gestores devem conseguir analisar o histórico de uma forma que se construa experiência para os processos que vão ser realizados novamente. Mas, como? 
É bem importante entender que tudo que aconteceu através do CRM tem que servir para que gestores consigam usar o histórico ao seu favor. O time comercial que não possuir uma análise histórica importante para a organização ou ainda não consegue realizar essa análise de forma rápida, consistente e assertiva, acaba tomando decisões erradas por falta de um histórico satisfatório. 
Tudo isso pode gerar um grande impacto na gestão comercial: a ausência de uma análise de dados ágil e consistente que permita analisar o passado, o que implica na ausência de insights decisivos e estratégicos para o futuro. 
Sabemos o quão comum é o desespero que assola muitos gestores no fim de ano ou fim de mês pelo fato de metas não terem sido alcançadas conforme o planejado. O que nem todo mundo sabe, é que esse problema de não “bater metas” está bem no início de qualquer processo. É um problema que começa muito antes. 
Quando não se tem insights para o futuro, consequência da falta de um sistema de relacionamento com o cliente, é fácil notar que não existirá uma previsibilidade em vendas. Como você saberá se um cliente avançará nas etapas do funil? Como os gestores irão acompanhar o valor de cada negociação? Ora, com um CRM prudente que possa analisar os dados de forma inteligente. 

Um CRM não é fácil de se implantar e de se utilizar. É como já foi dito mais acima. Cada setor da organização precisará se adaptar e estar ciente sobre o que se tratar e como se trata um CRM. 

Se você já tem um CRM ou um sistema comercial implantado e sentiu falta de uma análise mais assertiva de todo o histórico juntamente com a oferta de insights do futuro e de uma previsibilidade em suas vendas, fale conosco. Temos um time especializado que pode te ajudar a alavancar esses processos com o auxílio de uma análise de dados eficiente. 
 

Por que implementar um CRM mais robusto?
Agora que você chegou até aqui, entenda que um bom CRM gerencia, analisa e dá insights aos profissionais que o utilizam, auxiliando o crescimento contínuo de clientes e vendas de serviços e produtos de uma empresa, e, ainda, melhorando a qualidade e otimizando o tempo do atendimento. 
Mesmo em um projeto de implantação de CRM, são raros os casos onde as necessidades de análise de dados são atendidas pela ferramenta, se tornando necessário o investimento em ferramenta externa de BI para que a gestão consiga atuar de forma assertiva.
Com a ferramenta ideal e utilizada da maneira correta e somada a plataformas de BI consistentes, sua empresa poderá poderá: 

  • Personalizar campanhas de engajamento de leads e captação de novos clientes;
  • Acompanhar o andamento das vendas em tempo real;
  • Analisar e gerenciar a performance do time comercial;
  • Estudar todo o histórico de contatos realizados e campanhas disparadas;
  • Atuar em um funil de ponta a ponta realizando todas as atividades necessárias.
Temos expertise em BI e BI para áreas comerciais que realizam vendas B2B. Trabalhamos para fazer com que nossos clientes entendam que um ótimo preenchimento de um CRM ou mesmo a implantação de um CRM com processos organizados é fundamental para a realização de uma análise satisfatória de dados.
E foi pensando em você que nós decidimos escrever sobre o CRM, antes mesmo de escrever sobre uma de nossas áreas de especialidade, que é a análise de dados e o BI para fins comerciais. 
Se esse assunto for um desafio para você, conte conosco! 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Segurança da Informação e métodos contra ameaças

Para ter sabedoria, experiência e eficiência é necessário conhecer a fundo os métodos protetivos que os dispositivos e sistemas da sua empresa precisam obter. Em artigos passados, falamos muito sobre a Cibersegurança e a Segurança da Informação (para acessar os artigos, clique nos títulos). Unir essas duas práticas são ações importantíssimas para as organizações.

Segurança da Informação contra ameaças cibernéticas
A experiência obtida por meio de treinamentos, projetos idealizados e da rotina de clientes, ao acompanhar toda a conjuntura da segurança da informação, possibilita que profissionais especializados, como os da Wiser, possam falar sobre a importância desses dois conceitos e sobre como eles caminham juntos durante a implantação e uso de técnicas que visam a aumentar e disponibilizar mais segurança a sistemas, dados e dispositivos. 
Para isso, faz-se necessário que haja uma compreensão e acompanhamento dessas tecnologias e das pessoas que trabalham com elas, pois dessa forma, os constantes novos métodos que aparecerem serão incluídos nas estratégias de segurança das empresas. 

Um time contra as ameaças cibernéticas
A Wiser Tecnologia atua fortemente na área da segurança de parques computacionais com metodologias inovadoras e perspicazes para acabar com os criminosos cibernéticos. Realiza serviços de ponta, como consultorias de segurança e análises de vulnerabilidades, firewall, centro de operações de segurança e workshops sobre LGPD.
Somos parceiros de grandes representantes tecnológicos, como a Ostec, Bitdefender, Safetica, dentre muitos outros que possuem referência e boa reputação no mercado. 
Possuímos vasta experiência atuando com grandes empresas que, confiando na Wiser, levaram nossos serviços para auxiliar na segurança da informação de seus sistemas e dispositivos, como a Qair e a Ponto Rural
A partir disso, nosso time criou um know-how ainda mais amplo que facilita na identificação de riscos e em sua resolução, solucionando brechas na segurança que podem existir nos dispositivos e, ainda, problemas relacionados às ações de ataques. Para isso, é realizado um monitoramento completo em todas as partes do ambiente digital das empresas por meio de uma análise de comportamento de informações, históricos, sistemas, usuários e em toda infraestrutura computacional. 
A Wiser conta com uma equipe composta por profissionais especializados em cibersegurança e todas as técnicas de segurança da informação que estão preparados para amparar as demandas das empresas em todas as situações adversas que buscam combater as ameaças cibernéticas. 

Um mundo de tecnologias a serem corretamente utilizadas
Quando falamos de tecnologia, precisamos compreender tudo que está em volta dela. São mecanismos que devem estar interconectados e alinhados uns aos outros para que, assim, funcione da maneira programada. 
Ferramentas atualizadas são um dos pontos introdutórios para dar início e pôr em prática toda a metodologia relacionada à segurança da informação e as suas tecnologias e soluções. 

  • Análise de vulnerabilidade
As empresas terão a melhor compreensão dos ativos, medidas de segurança e de suas vulnerabilidades, reduzindo a probabilidade de um atacante encontrar e explorar falhas no seu ambiente tecnológico.
  • Análise de comportamento
Nesse processo, é possível detectar ameaças internas, ataques direcionados e fraudes financeiras. Através da inteligência artificial e machine learning, torna-se possível analisar cada atividade dos colaboradores, que podem ser normais ou suspeitas ao ponto de se tornarem ameaças para a empresa. 
  • Análise de tráfego
É o processo de examinar e captar mensagens, até mesmo mensagens criptografadas, para realizar inferências acerca de informações de tipos de comunicação.  
Homem traça técnicas de Segurança da Informação
  • Análise de Logs
Através desse mecanismo, é possível detectar ações inadequadas em sistemas de segurança, monitorando as redes, hardwares ou softwares conforme os requisitos legais e de acordo com as necessidades da organização.
  • Oferta de SOC
Com o Security Operations Center (SOC) ou Centro de Operações de Segurança, as empresas terão boas práticas para monitorar e garantir a segurança de dados através de serviços voltados à segurança da informação a partir da prevenção, detecção, resposta a incidentes e avaliações de vulnerabilidades.
  •  Soluções para construção da defesa
Realização de um estudo de histórico e de atividades da empresa a fim de criar uma solução personalizada e adequada às necessidades da empresa e, assim, proteger dispositivos e redes, proporcionando uma segurança da informação eficaz. 
  • Soluções para monitoramento
Disponibilização de sistemas inteligentes com o objetivo de automatizar e facilitar a identificação de falhas que podem gerar riscos, e de brechas na segurança que podem atrair ataques cibernéticos.
  •  Firewall
Com o Next-Generation Firewall (NGFW) é possível controlar o tráfego, analisar a camada de aplicações e estudar o estado de cada sessão criando uma barreira protetora eficiente contra possíveis invasores.
  • Antivírus
Promovem mais segurança aos dispositivos analisando downloads, verificando sites, criando alertas de perigo e realizando varreduras a fim de detectar e eliminar vírus que podem danificar os dispositivos.
  • AntiSpam
Softwares ou serviços que realizam o bloqueio de spams que podem conter malware, phishing ou arquivos maliciosos. Impede que eles sejam enviados aos sistemas, como caixas de e-mail. 
Para administrar e ofertar os serviços apresentados acima, é totalmente necessário que as empresas possam contar com profissionais especializados e atualizados nos segmentos, para que seja possível realizar implantações e manutenções em tudo, visando a melhoria contínua da segurança da informação da organização em questão. 

Fale com nossos especialistas 

É de suma importância que os gestores tenham a consciência de que é mais que necessário a implantação de uma política de segurança eficiente para preservar a reputação, sistemas, arquivos e dados organizacionais. 

A Wiser tem a tecnologia, experiência e o conhecimento para amparar a sua empresa conforme as necessidades dela. Converse agora com a gente e saiba como nós podemos te ajudar nessa jogada. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Pessoas na cibersegurança: Um fator chave para a implantação

Muito tem-se falado sobre a importância da cibersegurança, prática que visa proteger sistemas, computadores e servidores contra criminosos cibernéticos e impedir vazamentos, sequestros e danos ao hardware, software ou às próprias redes e servidores. 

equipe implementando tecnicas cibersegurança
Apesar de muito se falar sobre a tecnologia envolvida nas ações de implantação, o fator chave para a implantação de uma cibersegurança consistente são as pessoas que fazem a implantação e a utilização desses recursos de tecnologia da informação. Tanto as pessoas que implantam (técnicos e especialistas) quanto as pessoas que utilizam os recursos (diferentes usuários de TI) não podem ser o elo fraco dessa corrente, já que precisam ser os precursores ou os guardiões dos ideais que a cibersegurança perpassa. 
Isso porque são essas pessoas que vão utilizar esses métodos protetivos. Logo, eles são a peça chave para identificar, mais facilmente, as ameaças, riscos existentes e ainda estar por dentro de novos ataques que possam vir a surgir. 
É delas a responsabilidade da implantação e manutenção de um ambiente de segurança inteligente e assertivo. Para isso, as estratégias de segurança criadas devem ser eficazes a ponto de proteger as demandas corporativas e devem, ainda, ser executadas da maneira correta a fim de se ter os resultados desejados pela gestão, que no caso, se refere a inibição de ataques cibernéticos. 

Mas, o que é cibersegurança nos dias de hoje?
Atualmente, a cibersegurança precisa estar inserida dentro da interação de colaboradores e empresas que se conectam e se relacionam com o mundo digital externo, proporcionando uma maior globalização e networking com segurança.  
Com a pandemia causada pelo covid-19, as estratégias de cibersegurança tiveram que estar ainda mais alinhadas devido a necessidade do distanciamento social que impulsionou a escolha de atividades remotas, como videoconferências e o home office.  
A internet se tornou uma ferramenta indispensável e cada dia mais presente na rotina das organizações. Isso faz com que tenha a necessidade de se prestar uma um relacionamento mais seguro, com técnicas de cibersegurança mais efetivas, complexas e totalmente necessárias para a rotina de cada empresa. 

As novas pessoas para uma nova tecnologia da informação
As tecnologias prometem (e fazem) coisas incríveis que podem facilitar a minha e a sua vida - do trabalho ao lazer. No entanto, elas não podem fazer tudo sozinhas, demandando da força humana para realizar as funções idealizadas. A implantação e o uso de uma tecnologia de cibersegurança inteligente depende de profissionais especializados capazes de criar estratégias eficazes de acordo com as necessidades das empresas. 
Dessa forma, essas mesmas pessoas sempre serão o fator fundamental para a implantação e disseminação da importância da cibersegurança nas organizações de todo o mundo. Elas são encarregadas de apresentar e ensinar questões referentes ao mundo da cibersegurança, tendo em vista que precisam, constantemente, estar:
Conscientizadas
Esses profissionais devem estar conscientizados sobre a necessidade de criarem um alerta referente ao mundo digital, na qual estão inseridos, já que eles precisam estar atualizados dos novos tipos de ataques, novas formas para combatê-los e, principalmente, evitá-los. Assim, ficará evidente o comportamento de cada profissional em relação ao intenso e inconstante mundo digital. 
Treinadas
Os profissionais devem ser treinados adequadamente para se comportar da maneira pretendida e atuar de forma produtiva ao verificar brechas na segurança, reconhecer riscos e criar estratégias para evitar problemas, visando a redução de danos. 
Engajadas
Profissionais engajados e motivados promovem ainda mais resultados excelentes. O engajamento vem em conjunto da conscientização e do treinamento. Com esses dois, o profissional de cibersegurança estará mais apto, e motivado, para encarar desafios, solucionar problemas e sugerir novas estratégias. 
 
cibersegurança implementar ou manter?

 Cibersegurança: Implantação ou manutenção?
Se você acha que existe a necessidade de apenas um desses, está enganado. Tanto a implantação como a manutenção de técnicas de cibersegurança precisam sempre estar juntas. Isso se faz necessário pelo fato de a tecnologia estar em constante transformação, inovando em suas atuações e, nesse caso, protegendo dados, sistemas e dispositivos. 
Para isso, é preciso que haja a implantação sempre que for necessário, ou seja, sempre que novas técnicas inteligentes estiverem surgindo. Alinhado a isso, é necessário que se tenha uma manutenção vigente. Mas, por quê? Porque, como tudo na vida, a cibersegurança e todas as suas estratégias também precisam de manutenções para que continuem atuando da maneira desejada. 
Essas questões são contínuas - não param nunca. Uma coisa se relaciona com a outra. Se houver uma nova implantação, será necessário uma nova manutenção, e assim se seguirá. Logo, entende-se que as pessoas envolvidas são os fatores fundamentais ao longo desse processo, já que são as responsáveis por ele. 
É de suma importância que as organizações tenham atenção a esses profissionais, treinando-os, conscientizando-os e engajando-os, pois são eles que precisam estar, e estão, à frente dos riscos e ameaças cibernéticas.  

Colocando as pessoas à frente da Cibersegurança 

Manter as pessoas da organização alertas diante das necessidades das empresas, visando proporcionar uma cibersegurança eficiente e produtiva, reduz todos os riscos possíveis. Como já falamos acima, uma medida protetiva estratégica é capaz de impedir vazamentos ou sequestros de dados, interrupção de sistemas, danos às redes, servidores e quaisquer dispositivos presentes nas organizações.

Investir em técnicas de cibersegurança eficazes livram as empresas de crises difíceis de gerenciar e de solucionar. Seja mais esperto que os hackers e atue antes deles chegarem. Fale agora com os nossos especialistas e entenda como podemos nós podemos te ajudar na implantação e manutenção de técnicas seguras e inteligentes. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Segurança da informação em um mundo de transformações

  Os recursos de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) tem sido cada vez mais consumidos por empresas de todos os portes e segmentos de mercado. Esse é um movimento que acontece há décadas. Foi estimulado pelo aumento da necessidade de conectividade exigida no ambiente empresarial, cresceu com muita intensidade com o advento da transformação digital e sofreu um importante reforço com as transformações da pandemia causada pelo covid-19, impulsionando uma maior segurança da informação.

Implementação de técnicas da segurança da informaçao
Sabemos que o mundo segue em uma crescente evolução tecnológica e transformação do comportamento em sociedade, onde todas as coisas sofrem modificações constantemente. O recente aumento da utilização dos recursos de TI aconteceu para amparar mudanças como a forte migração das atividades profissionais para o home office ou anywhere office (explicaremos melhor mais adiante), o aumento da conectividade entre empresas e seus consumidores, exigências legais e de privacidade de dados, bem como as exigências de aumento de produtividade e competitividade das organizações.  
A maior utilização desses recursos também provocou um aumento nos incidentes de segurança da informação que já eram conhecidos por especialistas do setor.  Vazamentos de dados constantes levaram também à necessidade de políticas de privacidade mais fortes. Novas regras, novas formas e novas leis exigiram ainda mais atenção e cuidado com o uso de dados e dispositivos tecnológicos. 
Com isso e outros casos semelhantes, a tecnologia e suas ramificações sofreram transformações ainda maiores e mais rápidas. Logo, a sociedade também passou por um processo de adaptação que pode ter sido difícil para alguns, principalmente para a economia. 
Todas e diversas outras novas demandas fazem com que o assunto segurança da informação seja cada vez mais estratégico para as empresas. Nesse artigo iremos demonstrar alguns fatores importantes para que você e sua empresa priorize as ações de segurança da informação.

Mas, o que é segurança da informação nos dias de hoje?
A segurança da informação é composta por conjuntos de métodos e técnicas usadas para proteger os dados, sistemas e arquivos sigilosos contra vazamentos, invasões e ataques cibernéticos. Ela é a peça essencial para as organizações manterem a confidencialidade e integridade de todos os dados da empresa, deixando-os disponíveis apenas para pessoas colaboradores específicos e autorizados. 
Brechas na segurança, mesmo que sejam pequenas, podem abrir portas para que hackers tenham acesso aos sistemas e dados das empresas e os utilizem de forma indevida, podendo bloquear sistemas, sequestrar dados e cobrar altas quantias para devolver o que foi roubado ou corrompido. Para inibir situações como essas, métodos são utilizados para manter dados seguros e disponíveis. 
Dentre as necessidades corporativas que acentuaram a utilização da tecnologia da informação, estão:   
Migração para nuvem
Sabemos que no hoje, tudo é pra ontem! E é por isso, que dizemos “o dentro da empresa mudou”, pois dados organizacionais úteis devem estar em todos os lugares (sempre de forma segura). 
A migração para uma nuvem é um recurso utilizado para que as empresas possuam informações, sistemas ou arquivos armazenados em um ambiente seguro e de fácil acesso para colaboradores autorizados. 

Trabalho em Home Office 

Outra forma de intenso uso da tecnologia da informação são os modelos de trabalho como Home office ou Anywhere office.


Home office ≠ Anywhere office

Home office é um modelo de trabalho que precisa de uma estrutura necessária como equipamentos e instrumentos específicos para que as atividades possam ser realizadas. 

Já o Anywhere office é uma modalidade que permite ao colaborador a possibilidade de realizar suas atividades em qualquer local, sem a necessidade de um escritório estruturado. Nesse modelo, seu escritório pode ser em qualquer lugar, até na praia. 


 
Essas formas de trabalho vem se tornando mais usuais com o passar dos tempos e é um grande exemplo de distribuição dos dados que estão sob a responsabilidade das empresas, o que se faz ainda mais necessário, uma segurança da informação com métodos eficazes e confiáveis. 
Outro exemplo de distribuição dos dados que estão em posse das empresas e da distribuição do uso de recursos de TI é o Home office ou Anywhere office. Isso impulsiona ainda mais a globalização dos mercados e profissionais, fazendo com que as empresas contratem profissionais de qualquer lugar do estado, país e até do mundo.  
Equipe utilizando métodos de segurança da informação

Uma nova internet está cada vez mais próxima
IoT, a Internet das coisas ou Internet of Things, é mais um fator de preocupação para a segurança da informação que segue em constante transformação. Esse tipo de tecnologia possibilita que dispositivos físicos se comuniquem e interajam entre si. Essa comunicação pode ocorrer de forma automática ou não e, ainda, oferecer benefícios para as empresas em várias atividades, como a possibilidade de novas receitas e aumento da produtividade e eficácia operacional. 
Nas empresas, a IoT é uma grande inovação que gera produtividade e transformará todos os processos, já que todos os dispositivos estarão conectados uns aos outros.  Em casa, a IoT transforma a comunicação interpessoal por proporcionar a conexão em torno das pessoas.
O desafio da segurança da informação é proteger toda essa rede conectada a fim de eliminar brechas que podem gerar infecções por malwares e ataques ransomware. É necessário a criação de protocolos, nesses dispositivos conectados, para promover a correção de vulnerabilidades e protegê-los com eficiência através de soluções de segurança adequadas e propícias. 

Outros fatores para as mudanças da segurança da informação
Como já citamos, um aspecto que impulsiona transformações na segurança da informação são os ataques que grandes ou pequenas empresas vêm sofrendo a cada dia. Os criminosos podem interromper sistemas, sequestrar e roubar informações sigilosas e importantes para as empresas. 
Em junho, o site do grupo Fleury, uma empresa de saúde brasileira, ficou com o sistema indisponível e apresentou erros após uma invasão externa. A ocasião causou instabilidade e limitação aos usuários, já que eles não puderam acessar resultados de exames
A empresa do ramo alimentício JBS também foi alvo de um ataque hacker, o que levou à interrupção operacional nas fábricas e escritórios corporativos e internacionais. Recentemente, o site GoDaddy também sofreu um ataque hacker e teve a exposição de cerca de 1,2 milhões de endereços de e-mails de usuários ativos e inativos. 
Sem um monitoramento eficaz, sistemas ficam mais propensos a sofrerem ataques devido ao aparecimento de brechas na segurança desses dispositivos. Dentre as consequências, as empresas podem perder dados importantes, sofrer golpes e fraudes irreversíveis ou de difícil resolução, perder a credibilidade com clientes,  espaço no mercado e ainda ter grandes prejuízos financeiros. 

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) assegura que todo indivíduo tenha ciência do tratamento de dados fornecidos às empresas, bem como o direito à privacidade desses mesmos dados. Empresas que não cumprirem as normas estabelecidas pela LGPD estão sujeitas a multas e à exposição pública dos erros cometidos com os dados fornecidos pelos titulares. A empresa também deve informar e explicar o que aconteceu; antes era possível manter sigilo, mas hoje é necessário a divulgação do ataque para toda a sociedade.

Aumentando o entendimento sobre a segurança da informação
É muito importante que as corporações entendam que, para evitar prejuízos causados por criminosos cibernéticos, é preciso se atentar e estar por dentro das transformações da segurança da informação. 
As empresas precisam realizar análises de vulnerabilidade com empresas de segurança especializadas, utilizar antivírus eficazes e confiáveis, investir em cloud computing, oferecer treinamentos sobre segurança aos colaboradores para que eles também possam auxiliar na prevenção de ataques. 
Se precisar de ajuda, conte com a Wiser! Fale com o nosso time de especialistas e saiba como podemos ajudar você e a sua empresa a evitar ataques de criminosos cibernéticos. 

Por: Bruna Ramos VER MAIS
Tipos de Firewall
Muitos sites definem o Firewall como uma parede, porta ou janelas que são fechadas para a proteção dos moradores. Pois bem! Esse dispositivo age desta maneira – fechando as entradas da rede e escolhendo o que deve entrar.
Ele que atua como uma barreira de defesa. Baseando-se nas regras predefinidas pela organização, o firewall realiza a análise do tráfego e determina aquilo que deve ter acesso liberado ou acesso bloqueado, impedindo, assim, a propagação de ações maliciosas à rede.

Sendo configurado da maneira correta, esse dispositivo de segurança pode permitir de forma automática ou solicitar liberação de acesso para o tráfego na rede. Além disso, pode ainda bloquear, de forma imediata, o tráfego de arquivos considerado impróprios ou sem ligação com a configuração do Firewall.
Geralmente, os Firewalls são fáceis de instalar, configurar e operar e funcionam 24h por dia. Além disso, eles podem promover uma total integridade dos dados, melhorar a produtividade da equipe evitando a falta de foco dos colaboradores e ainda controlar o acesso de informações por cada funcionário, de acordo com o nível hierárquico.
Dentre os tipos de Firewall, destacam-se:
Firewall de proxy
Fornecem uma análise completa de segurança podendo proteger os recursos de rede, filtrar as mensagens, mascarar seu endereço IP e limitar os tipos de tráfego.
Firewall de inspeção de estado
Examina os fluxos de tráfego em toda a sua extensão na rede. São inteligentes e mais rápidos usando estratégias eficazes para evitar o tráfego indesejado.
Firewall de gerenciamento unificado de ameaças (UTM)
Esse tipo de dispositivo atua com um gerenciamento que une as suas prevenções contra vírus e ameaças com as do Firewall de inspeção de estado.
Packet filtering (ou filtragem de pacotes)
Controla o acesso e permite que um pacote passe ou seja bloqueado pelo firewall durante a análise das normas já definidas. Divide-se em dois tipos de filtragem de pacote, como
Estático: Os dados são analisados com bases nas regras
Dinâmico: Permite a criação de regras que se adaptam ao cenário
Lembrando que o uso do Firewall não substitui o uso de um bom antivírus, ok? Para sanar dúvidas, fale conosco.
Por: Bruna Ramos VER MAIS
5 coisas em Big Data que você deve fazer nas empresas
Big Data é um mecanismo que processa e realiza a análise e interpretação de um grande volume de dados armazenados por uma empresa. Neste momento em que vivemos, com um dilúvio de informações e dados, ele se torna ainda mais necessário para o crescimento assertivo de grandes empresas. 
Profissionais que trabalham com esse tipo de método sabem bem. O Big Data não se trata apenas do tratamento de um grande volume de dados, mas o que ele faz com esses dados. Ele é necessário para uma organização pois as ajuda a analisar e utilizar os dados coletados no encontro de novas oportunidades de negócio.
O Big Data proporciona a redução de custos e maiores lucros, uma economia de tempo com clientes mais contentes, além de conseguir fornecer novos produtos alinhados às expectativas dos clientes. Ele pode ser aplicado em empresas que prestam serviços financeiros, em gestões empresariais, no marketing e até na medicina. Mercado amplo, diversificado e cheio de oportunidades! 

Trabalhar com esse método de análise requer muita atenção pois a atualidade pede agilidade e não tolera erros, mesmo que mínimos. O blog  O Estatístico, definiu 5 pontos que o profissional que trabalha com o Big Data NÃO pode deixar de ter atenção.
É preciso tomar cuidado com as interpretações erradas!
Com um grande volume de dados e a tendência de buscar mais, o profissional pode realizar interpretações erradas ou equivocadas. O Big Data deve atuar com dados reais e confiáveis. Informações errôneas podem fazer com que sua empresa sofra consequências negativas e perca a credibilidade. 
Sempre defina um objetivo!
Pensar em Big Data é pensar em organização. Para ter êxito utilizando esse método, tenha um planejamento e definir qual o problema de negócio pretende analisar e resolver ou qual oportunidade deseja criar.
É necessário se atentar à qualidade dos dados! 
Big Data não é só sair por aí usando dados quaisquer, é necessário prestar atenção na qualidade desses dados. Pergunte-se: Eles são relevantes? Em que eles podem auxiliar?
Classificar os dados também é uma necessidade!
Classificar também é preciso. Faz parte do processo de transformação e preparação dos dados para a análise. 
É preciso criar uma cultura para a empresa!
É necessário criar uma cultura corporativa com foco na utilização inteligente dos dados e fazer com que eles sejam o centro do planejamento estratégico. 
Para conseguir chegar a estratégias incríveis com o uso do big data, lembre-se de priorizar os 5 pontos detalhados acima. O mercado segue com inovações contínuas a cada dia e a empresa que está por dentro dessa inovação, está à frente da concorrência. 
Utilize o big data da forma correta! Você pode contar com os nossos profissionais especializados. Fale conosco e nos siga nas redes sociais para ficar por dentro do mercado tecnológico. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Conheça as 5 principais ameaças virtuais
A cibersegurança trabalha para nos proteger das ameaças virtuais, mas que ameaças são essas? O que elas fazem? Como elas agem? Como devemos evitá-las? Vamos ler e saber! :) 

 
As ameaças virtuais crescem em ritmos acelerados, por isso se faz tão necessário um método seguro para poder inibi-las. De acordo com a Kaspersky, uma empresa americana de segurança virtual, as ameaças combatidas pela cibersegurança podem ser divididas em três tipos:
    1. Crime virtual - acontece quando os hackers atacam os sistemas para interrompê-los ou roubá-los.
    2. Ataque cibernético - acontece quando um indivíduo tenta utilizar ou acessar um dispositivo de forma indevida para expor, alterar, excluir, roubar ou obter acesso às informações nele contidas.
    3. Terrorismo cibernético - ou ciberterrorismo acontece quando indivíduos invadem sistemas afim de realizar atos violentos que podem causar sérias consequências à vida da vítima. 
Os golpes praticados pelos criminosos cibernéticos, encaixados nos tipos de ataques acima, são diversos. Eles podem vir em documentos, e-mails com links maliciosos, durante solicitação de dados pessoais, entre outros meios. 
Dentre os tipos de golpes, destacamos os 7 principais:
Malware
É uma das ameaças mais comuns. O malware é um software malicioso que um criminoso criou para prejudicar ou danificar o computador de um usuário. Na maioria das vezes, eles são disseminados por meio de anexos de e-mails não solicitados ou downloads ilegais. 
Injeção de SQL
Linguagem de consulta estruturada ou uma injeção de SQL é um tipo de ataque que visa assumir o controle de um bando de dados para roubar as informações ou interromper o acesso dos outros usuários. Os criminosos conseguem acessar bancos de dados por meio de vulnerabilidade em aplicativos controlados por dados e, a partir disso, inserem um código malicioso através de uma SQL mal-intencionada.
Phishing
A prática criminosa tem como objetivo roubar os dados cadastrais de clientes por meio de mensagens iscas, geralmente enviadas por e-mail. Na maioria das vezes, os ataques de phishing enganam as pessoas e as levam a fornecer informações sigilosas, como os dados de cartão de crédito ou informações pessoais importantes.

 
Trojan
Também conhecido como “Cavalo de Troia”, é um software que simula alguma funcionalidade útil de algum programa verdadeiro para se passar por ele. Com isso, abrem-se as portas para hackers terem acesso ao computador do usuário para roubar informações importantes e valiosas.
Documentos maliciosos
São um tipo de malware que exploram as vulnerabilidades escondidas em documentos do office, como arquivos .doc, .docx, .pdf, entre outros. A partir dessas brechas na segurança, os criminosos cibernéticos inserem um código malicioso e com isso, ele consegue o controle remoto do servidor. 
Para se proteger desses crimes virtuais, você deve usar um bom antivírus e se puder, pague por um. Usar senhas fortes, manter o sistema operacional atualizado, evitar baixar arquivos e acessar sites de procedência duvidosa. Lembre-se também de desconfiar de ofertas com grandes descontos ou grandes propostas, fique atento a tudo pois o perigo vem de onde você menos espera. 
E para mais informações precisas de segurança, nos acompanhe pelo instagramlinkedin e youtube. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
WhatsApp Wiser Telegram Wiser